Após postar vídeo defendendo a greve nessa quinta, em suas redes sociais, o empresário e prefeito de Betim, Vittorio Medioli, foi alvo de críticas. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que a Polícia Federal pode investigar se, na paralisação, está ocorrendo esse delito, chamado de locaute. A situação ocorre, segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), quando os próprios executivos suspendem o trabalho das empresas sem aviso prévio.
Em nota, o prefeito justificou seu apoio:
“O fato de apoiar o movimento dos caminhoneiros nada tem a ver com meu cargo de prefeito muito menos de empresário, mesmo porque, assim como toda a atividade econômica do país, as empresas de meu grupo também sofrem prejuízos com a estagnação do país. Como cidadão, digo que este movimento chama a atenção das autoridades e desperta nelas a necessidade de atender aos anseios mais básicos da população e também do setor produtivo de nosso país. Sendo assim, refuto qualquer associação de locaute ora mencionada por alguns membros do governo, colunistas e analistas econômicos”.
Fonte: Revista Veja e nota da Prefeitura de Betim















