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Ramacrisna oferece oficina de inovação e tecnologia para meninas em situação de vulnerabilidade social, em Betim; confira

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Fachada do Instituto Ramacrisna. Imagem: Ramacrista/divulgação
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As vagas são exclusivas para moradoras dos bairros Santo Afonso, Marimbá, Gentileza, Barro Branco, Granjas Reunidas, Califórnia e Vianópolis

O Instituto Ramacrisna está com as inscrições abertas para uma nova edição da Oficina de Tecnologia e Programação. A ação faz parte do projeto Meninas em Rede, realizado com apoio do Criança Esperança e da Prefeitura de Betim. As inscrições já estão abertas.

Com carga horária de 200 horas/aulas e dois meses de duração, a oficina tem como objetivo estimular a criatividade, o raciocínio lógico e o pensamento crítico, além de potencializar e preparar as meninas para os desafios da era tecnológica, com os novos conceitos e competências digitais. As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, no turno da tarde, e vão ensinar às adolescentes modernas técnicas de programação, desenvolvimento de aplicativos, gerenciamento humano e Indústria.

Nesta edição são ofertadas 30 vagas, destinadas exclusivamente às moradoras dos bairros Santo Afonso, Marimbá, Gentileza, Barro Branco, Granjas Reunidas, Califórnia e Vianópolis.  São exigidos ainda outros requisitos: ter idades entre 14 a 17 anos e estar cursando o 8º ano do Ensino Fundamental. Para conquistar uma das vagas, as inscritas precisam ser aprovadas no processo seletivo, que acontece no dia 21 de julho. 

As inscrições vão até o dia 20 de julho, e podem ser feitas pelo site do Ramacrisna ou presencialmente, nas instalações do FabLab Ramacrisna. As interessadas devem estar acompanhadas dos pais ou responsáveis.

Segundo a vice-presidente do Instituto Ramacrisna, Solange Bottaro, o intuito da oficina é promover a inclusão digital de jovens do sexo feminino. “As jovens em situação de vulnerabilidade são praticamente excluídas do ramo da tecnologia devido aos desafios sociais e de gênero que enfrentam diariamente. No entanto, o número de alunas interessadas nos cursos de tecnologia demonstra confiança e competência dessas meninas em se qualificar”, observa.