
Reforço será aplicado em idosos e pessoas imunossuprimidas; também haverá redução dos intervalos entre as doses da AstraZeneca e da Pfizer
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (24), que iniciará a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19, em idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos a partir da segunda quinzena de setembro. O ministro Marcelo Queiroga também disse haverá redução no intervalo entre as doses das vacinas da Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca de 12 para 8 semanas.
De acordo com o ministro, para receber o reforço, os idosos devem ter tomado a segunda dose há mais de seis meses. Já os imunossuprimidos, após 28 dias da segunda dose.
A decisão pela aplicação da terceira dose foi tomada de forma conjunta na noite de ontem (24), em reunião da pasta com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass),o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e a Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai).
O dia 15 de setembro foi escolhido para o início da aplicação da terceira dose porque, até lá, toda a população acima de 18 anos no Brasil já terá sido vacinada com pelo menos a primeira dose da vacina.
Marcelo Queiroga informou que a aplicação da terceira dose e redução nos intervalos das vacinas se deu após estudos e reuniões com com médicos, universidades e representantes da OPAS (Organização pan-americana de Saúde).
Vacinação no Brasil
De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, divulgada na terça-feira (24), 123,9 milhões de pessoas haviam recebido ao menos uma dose da vacina contra a covid-19. Isso equivale cerca de 59% da população.
Os vacinados com as duas doses ou dose única (vacina Janssen) passam dos 55,7 milhões, , o que representa 26,5% da população total do país.














