
O corpo ainda não foi encontrado, mas a Polícia Civil segue com as investigações
Um homem de 31 anos foi preso preventivamente no dia 12 de abril, suspeito de matar a ex-companheira, Gabriela Mendes, de 22, asfixiada e, em seguida, jogar o corpo no Rio Paraopeba, em Betim.
De acordo com a Polícia Civíl (PCMG), a vítima foi vista pela última vez no dia 13 de março, quando entrava no carro do suspeito. Lá eles discutiram e a mulher foi morta por asfixia mecânica.
O homem inicialmente informou que não tinha conhecimento sobre o desaparecimento da ex-mulher, e acabou não comparecendo na delegacia para prestar depoimento, passando assim a ser foragido da polícia. Além disso, o carro do suspeito foi encontrado abandonado no viaduto sobre o Rio Paraopeba.
No dia 23 de março, o suspeito compareceu na delegacia e confessou a prática do crime de feminicidio. Ele ainda informou que ambos moravam juntos, mas que após uma discussão a vítima teria saído de casa no dia 12 de março, um dia antes de morrer.
De acordo com o delegado Leonardo Mota, o homem jogou o corpo da vítima no rio entre a madrugada de sábado para domingo. Em depoimento, ele disse que saíram juntos para conversar e, em um momento de ira, acabou asfixiando a mulher.
“Imediatamente solicitamos o apoio do Corpo de Bombeiros Militares para que fossem iniciadas as buscas, considerando as informações prestadas pelo investigado, de que teria jogado o corpo no Rio Paraopeba entre a divisa de Betim e São Joaquim de Bicas”, informou.
Até às 11h desta quarta-feira (14), o corpo de Gabriela ainda não havia sido encontrado. O suspeito foi encaminhado para o Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte.
A jovem morava no bairro Citrolândia, em Betim, e deixa um filho de 3 anos, fruto de outro relacionamento.














