
O medicamento é indicado para tratamento de pacientes hospitalizados com a Covid-19
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (12), o registro definitivo da vacina de Oxford. Até então, o imunizante só tinha autorização para uso emergencial no país. Essa é a segunda vacina a obter o registro contra o coronavírus. A primeira foi a da Pfizer, em fevereiro.
Com a liberação, o imunizante AstraZeneca/Oxford terá uma etapa de produção no Brasil, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Também nesta sexta, a Anvisa aprovou o Rendesivir como o primeiro medicamento em bula, com eficácia comprovada, a ser utilizado para tratamento de pacientes hospitalizados com a Covid-19.
O remédio foi inicialmente desenvolvimento para tratamento de pacientes com Ebola, associado a uma recuperação mais rápida da forma grave da doença.
A substância impede a replicação do vírus no organismo, diminuindo o processo de infecção. O registro foi concedido para o laboratório Gilead. O medicamento é injetável e será produzido pela empresa no formato de pó para diluição.
Durante os estudos clínicos do produto no Brasil, não foram registrados eventos adversos graves com os voluntários.
*Com informações da Anvisa e da Agência Brasil.














