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Caminhada celebra o Dia Mundial de Conscientização do Autismo em Betim

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Iniciativa busca conscientizar pessoas sobre a importância da inclusão e acolhimento da pessoa autista

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo, foi celebrado na última quarta-feira (2) e será lembrado com mobilização sobre o tema em Betim. É a “Caminhada de Conscientização do Autismo: valorize as capacidades e respeite os limites”, promovida por um centro de especialidades da cidade, em parceria com grupo de familiares de autistas e apoio da prefeitura. A ação ocorre neste sábado (6), das 8h às 12h, na praça Milton Campos.   

A iniciativa inclui, além da caminhada, outras atividades que envolvem métodos terapêuticos para a inclusão e acolhimento da pessoa com transtorno do espectro autista (TEA), como a equoterapia. Para isso, um cavalo devidamente adestrado estará no local para demonstrações do método. Além disso, desenhos feitos por pacientes do centro de especialidades organizador do evento estarão especialmente expostos na Casa da Cultura Josephina Bento, também das 8h às 12h, para chamar a atenção da população sobre a importância de conviver bem com pessoas com TEA.

“Nosso objetivo é dar visibilidade ao autismo, aproveitando a data para trazer esse tema ao cotidiano da população. Por isso, nos unimos à prefeitura para que os moradores passem a ver o tema com mais conhecimento e naturalidade. A ação busca, então, levar mais informações à sociedade sobre como conviver melhor com a diversidade do espectro autista de forma respeitosa, com oportunidades e equidade de direitos, no intuito de promover também a reflexão de todos e a inclusão da pessoa com TEA”, destaca a fonoaudióloga e organizadora do evento, Danielle Ferreira e Sá.

“Enquanto pais de autistas, buscamos mais compreensão, respeito e empatia das pessoas por nós e pelos nossos filhos. Queremos com a ação dar visibilidade à luta pelos direitos, estimulando a compreensão e a inclusão dos autistas e seus familiares na sociedade, além de incentivar o amor e paciência com este público. Queremos que a empatia não aconteça apenas em abril, mas que ocorra ao longo do ano”, explica a estudante de psicopedagogia e mãe de gêmeos autistas, Rosangela Castro.