
Em anuncio, Ciro Gomes não citou nome de Lula, mas afirmou seguir com a decisão do partido
O PDT, partido do candidato Ciro Gomes, e o MDB, de Simone Tebet, anunciaram nesta terça e quarta-feira (4 e 5/10) apoio ao candidato petista, Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições presidenciais. Os anúncios foram feitos através das redes sociais dos candidatos.
De acordo com o presidente do PDT, Carlos Lupi, a decisão da direção nacional e de parlamentares do partido foi unânime. Segundo Lupi, o programa de Lula tem mais afinidade com as ideias de seu partido do que o do oponente, Jair Bolsonaro, do PL. “Apoiar o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula, que eu chamo de candidatura do 12 mais 1”, disse o presidente ao brincar com os números das duas siglas, o 12 pedetista e o 13, do PT.
O PDT solicitou que a candidatura de Lula inclua no programa de governo três propostas: a renda mínima, a renegociação das dívidas de pequenas empresas e a revogação de leis trabalhistas que prejudiquem o trabalhador brasileiro.
Apesar de manter postura crítica à Lula, Ciro Gomes, que ficou em quarto lugar no primeiro turno das eleições com 3% dos votos entre os eleitores, gravou um vídeo endossando o apoio ao candidato. Clique aqui e veja o vídeo completo.
Já Simone Tebet, realizou na tarde desta quarta-feira, em São Paulo, uma live, onde declarou seu apoio ao candidato petista. “Ainda que mantenha as críticas que fiz ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em especial nos seus últimos dia de campanha… depositarei dele o meu voto, por que reconheço seu compromisso com a democracia e a constituição, o que desconheço no atual presidente” disse Tebet em seu discurso oficial. Clique aqui e confira o discurso completo.
O partido Cidadania também decidiu, em reunião da Executiva Nacional, nesta terça-feira, declarar apoio à candidatura de Lula no segundo turno. “O Cidadania jamais deixou de se posicionar, ainda que respeitando, como respeitará neste caso, posições individuais de seus militantes e dirigentes. E não seria agora, nesse grave momento da vida nacional, que o partido assumiria a condição de mero espectador da realidade. É preciso derrotar Bolsonaro democraticamente”, informou o partido em postagem nas redes sociais.















