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Covid-19: Governo de MG planeja aplicar primeira dose da vacina em todos os adultos até outubro; confira o cronograma

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Vacina AstraZeneca. Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil.
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Cumprimento dependerá do envio de doses por parte do Ministério da Saúde

Minas Gerais planeja aplicar a primeira dose em todos os mineiros acima dos 18 anos até outubro. A afirmação foi dada pelo secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, em coletiva na manhã desta terça-feira (15).

O cronograma é:

  • 59 a 55 anos: Junho
  • 54 a 50 anos: Julho
  • 49 a 35 anos: Agosto
  • 34 a 25 anos: Setembro
  • 24 a 18 anos: Outubro

De acordo com o secretário, o cumprimento do cronograma dependerá do envio de doses para o Estado por parte do Ministério da Saúde. “Estamos condicionados à distribuição da vacina conforme calendário do Governo Federal”, afirmou.

O cumprimento por atrasar ou ser acelerado a depender da velocidade da vacinação em cada município. Segundo ele, a medida que os imunizantes chegarem ao Estado, eles serão distribuídos às cidades em até 24h.

Outra novidade é que Minas deve receber 350 mil doses da vacina da Janssen, cuja imunização é somente em uma dose. A expectativa é que o país receba cerca de 3 milhões de doses ainda nesta semana.

Vacinação em Minas

Com 7,9 milhões de vacinas contra Covid-19 aplicadas no estado, 72% dos mineiros dos grupos prioritários já receberam a primeira dose e 34%, a segunda. A análise é da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), conforme dados do Vacinômetro disponibilizados até 11 de junho.

A maior cobertura é do grupo de trabalhadores em saúde. Destes, 80% estão imunizados, sendo que 100% receberam pelo menos a dose 1 (D1). Em seguida, estão os idosos acima de 60 anos, sendo 56% deles com o esquema vacinal completo e 97% vacinados com a primeira dose. O intervalo mínimo de aplicação entre as doses vai de 15 dias, para CoronaVac, até 12 semanas para Pfizer e AstraZeneca.

O avanço da vacinação também impactou positivamente nas internações e óbitos. Entre os dias 17 e 23 de janeiro deste ano, 84% das mortes eram de idosos com mais de 60 anos. No último levantamento feito pela pasta, entre os dias 30/5 e 6/6/2021, este número caiu para 46%. Os casos de internações devido ao agravamento pela doença também diminuíram nessa faixa etária no mesmo período: de 65% para 28% das internações.

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