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Baixa taxa de adesão a vacina contra gripe, em Betim

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Foto: Anselmo UBL / Divulgação Prefeitura
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Menos da metade do público total da campanha contra a gripe, foi imunizado, segundo dados da Campanha Nacional contra a Gripe, divulgados pela Central de Vacinas da Vigilância em Saúde de Betim.

O resultado revela que 46,27% da população foi imunizada até o momento. A meta é imunizar até 31 de maio, no mínimo, 90% do público prioritário, formado por crianças menores de seis anos, gestantes, puérperas, idosos, indígenas, pessoas com doenças crônicas, população privada de liberdade, trabalhadores da saúde, funcionários do sistema prisional e professores.

O grupo dos professores é o que está com a cobertura vacinal mais baixa, 36%, seguido do público infantil, 43%.

Após a aplicação da vacina, a detecção de anticorpos protetores no organismo é de duas a três semanas, com pico máximo de quatro a seis semanas. Por isso, a enfermeira e Referência Técnica em Imunização, Úrsula Santos, reforça a importância de se vacinar antes da chegada do inverno. “Recomendamos que as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários não demorem a procurar a unidade de saúde mais próxima para receber a vacina e se prevenir”, afirma.

Os integrantes desses grupos prioritários podem se imunizar contra a gripe na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência, que possui sala de vacina – em Betim são 29 UBSs com sala de vacina. É importante levar um documento de identificação e o cartão de vacinas. A vacina imuniza contra 3 vírus – H1N1, H3N2 e Influenza tipo B.

Grupos prioritários – Integram o público alvo da campanha: gestantes; puérperas (mulheres com até 45 dias pós-parto); crianças de seis meses a menores de seis anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias); trabalhadores de saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, além de funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

A escolha dos grupos prioritários segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.